Nos quatro primeiros meses de 2016 o setor de emergência da Fundação de Saúde de Rio Claro prestou quase 80 mil atendimentos, o que significou um custo de R$ 12.692.548,52. Fazem parte da emergência de Rio Claro o PA Cervezão, UPA, PSMI, Ginecologia, Caps III e Samu.
As duas unidades com maior número de atendimentos foram UPA, com 33.737; e PA Cervezão, com 31.991. O custo dessas emergências no quadrimestre inicial foi de R$ 6.653.378,72.
Em seguida vieram Samu com 5.686 atendimentos, Pronto Socorro Municipal Integrado (PSMI) com 3.746, Ginecologia com 2.887 e Caps III com 1.941 atendimentos prestados, totalizando um custo de R$ 6.039.159,80.
A emergência de Rio Claro trabalha em regime de 24 horas com equipe especializada em atendimento de risco de vida, apesar de que muitos atendimentos prestados não são caracterizados de emergência.
“As unidades de emergência priorizam os casos graves, que colocam em risco a vida do paciente, mas um grande número de pessoas procura o serviço para atendimento de rotina, quando isso poderia ser realizado nos postos de saúde”, observa o secretário de Saúde Geraldo de Oliveira Barbosa, acrescentando que o setor cresceu muito por causa dos investimentos da Fundação de Saúde.
“Temos Samu, a UPA da Avenida 29, o Caps III, que é um serviço de referência regional; e o Pronto Atendimento do Cervezão, que está sendo reformado para se transformar em uma segunda UPA no município, todos com equipes altamente qualificadas”, acrescentou o secretário.
Além dos investimentos para que o município pudesse contar com nova estrutura de emergência, a Fundação de Saúde também realizou vários concursos públicos para a contratação de profissionais médicos.