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12 de junho de 2017 Cultura

Rio Claro abre no sábado 35º Salão de Artes Plásticas

Mais de 80 obras de 63 artistas estarão expostas na 35ª edição do Salão de Artes Plásticas de Rio Claro. A abertura da mostra será no sábado (17) às 20 horas no Centro Cultural “Roberto Palmari”.

“A exposição reúne obras de grande qualidade artística e convidamos o público a prestigiar o talento desses artistas”, destaca Daniela Ferraz, secretária de Cultura. As obras seguem em exposição até o dia 30 de julho, com visitação gratuita a partir de segunda-feira (19). A mostra pode ser vista de segunda a sexta-feira das 8 às 18 horas, no salão de exposições do Centro Cultural.

O Salão de Artes deste ano teve 293 obras inscritas, de 137 artistas, divididas entre as categorias Acadêmica e Contemporânea. Os autores são de seis estados brasileiros. “A seleção foi bastante difícil, reforçando o prestígio do Salão de Artes de Rio Claro”, observa Daniela.

A classificação das obras inscritas foi realizada a partir de avaliação da comissão julgadora formada por Caciporé Torres, Carlos Zibel e Issao Minami. Na categoria Acadêmica, Luiz Carlos Pasqualini de Oliveira, de São Caetano do Sul, recebeu medalha de ouro pela obra “Senhor”. Ciro Júlio Cellurale, de São Carlos, ficou com a medalha de prata pela obra “Pra que isso?” e Adriano Padilha, de Pindorama, foi premiado com a medalha de bronze por “Nice e Mariluce”. Receberam menções honrosas Alam da Silva Lima, de São Paulo (“Nu Sobre Vermelho”); Jesser Valzacchi, de Catanduva (“Comemoração Solitária”); Celso Zonatto, de São Paulo (“Retrato de Pablo”); Claudia de Arruda Rodrigues Vieira, de Ribeirão Preto (“Memórias I”); e Wladimir Amoroso, de São Caetano do Sul (“Tailandesas”).

Na categoria Contemporânea, Cinthia Maria Camargo Ferragutti, de São Paulo, foi contemplada com a medalha de ouro pela obra “Ambiente Cidade”. Wesler Machado (Alma), de Limeira, recebeu a medalha de prata pelas obras “Linha 01”, “Linha 02” e “Linha 03”, e Tony Hajime Watanabe, de Cravinhos, ficou com o bronze pelas obras “Organico 1”, “Orgânico 2” e “Orgânico 3”.  As menções honrosas foram para Ana Maria Sanson, de São Paulo (“Momentum 16”); Edval Pessoa, de Ribeirão Preto (“Apologia ao cotidiano” I e II); José Maria Cazonatto, de Rio Claro (“Feições” 1, 2 e 3); Marina dos Anjos Verzutti Fonseca, de Bauru (“Percepção e Recortes Arquitetônicos – o que sobrou do céu”); Paulo Cesar Pereira dos Santos (“Rasante” 1, 2 e 3); Roger Julio Ramos, de São Paulo (“Glitch”); Rogerio Galvão Marques Neto, de São Paulo (“Rex Caecorum”); e Fernando Pimentel, de Limeira (“Antagonismo Altruísta”, “Humanal Desdita”, Contenda Sagrada”).

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