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15 de setembro de 2010 Desenvolvimento Social

Grupos aprovam Feira Popular

Cerca de 20 grupos empreendedores dos bairros que compõem o Grande Cervezão participaram e aprovaram a realização da segunda Feira Popular Solidária do Grande Cervezão, realizada no último domingo, no Centro Comunitário Beija-Flor. O objetivo da Feira Popular Solidária é comercializar os serviços e produtos artesanais produzidos pela população, compartilhar os saberes da comunidade e estimular o espírito solidário entre os moradores da região, além de incentivar o uso de um espaço pertencente à comunidade.

Trata-se de um projeto da Secretaria Municipal da Ação Social (SMAS), que visa o desenvolvimento sustentável global e coletivo. “Esta sustentabilidade é um sonho possível de ser alcançado utilizando-se a Economia Solidária como estratégia de enfrentamento da exclusão social, no que agora contamos com parceria de grupo da Geografia da Unesp”, diz a Secretária de Ação Social Luci Helena Wendel Ferreira.

A segunda Feira Popular do Grande Cervezão, a terceira de Rio Claro, contou com muitas novidades. Além dos empreendedores do Jardim Progresso, a Faculdade Anhanguera participou ativamente com aferição de pressão. Uma praça de alimentação também marcou o evento, que também teve música ao vivo.

Cada empreendedor vendeu, em média, R$ 170,00. Muitos expositores faturaram além do esperado, como a artesã Zilá Gomes de Brito, moradora no bairro Floridiana. “A Feira Popular Solidária é uma ótima iniciativa para vender nossos trabalhos. Participei das três feiras e me sinto muito feliz. Faturei mais de R$ 700,00 até o meio da tarde e com essa soma tive um bom lucro”.

A monitora de Terapia Ocupacional do Centro Municipal de Atendimento aos Cegos (CMAC) elogia a iniciativa da Secretaria da Ação Social, que por intermédio do grupo de Ação Comunitária e Economia Solidária conseguiu abrir um espaço importante para a população. “Muito além de gerar renda, eleva a autoestima dos participantes, como os deficientes visuais que frequentam o CMAC, os quais têm oportunidade de mostrar que são capazes de fazer coisas úteis e lindas! Conseguimos vender muito bem nesta Feira e os usuários do CMAC sentem-se felizes pela participação”.

José Antonio Oliveira de Barros, responsável pelo grupo de Ação Comunitária da SMAS, um dos coordenadores da Feira, mostra-se muito satisfeito com a evolução das feiras: “Sentimos que a logística está cada vez melhor e que os empreendedores estão mais entusiasmados, o que é muito saudável, pois este tipo de evento visa, além de fortalecer estratégias de trabalho de Economia Solidária, fortalecer os trabalhos das organizações sociais, do voluntariado e do poder público junto à população.

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