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22 de novembro de 2013 Sem categoria

Plano de Saneamento Básico de Rio Claro inclui drenagem

Um dos quatro eixos que compõem a proposta de elaboração do Plano de Saneamento Básico de Rio Claro é drenagem de águas pluviais. Todo trabalho vem sendo conduzido pela Sepladema – Secretaria de Planejamento, Desenvolvimento e Meio Ambiente – e caminha para a avaliação da pesquisa de campo que está alimentando o pré-relatório com o diagnóstico sobre pontos de enchentes e alagamentos.

Na próxima segunda-feira, dia 25, o pré-relatório será apresentado na Sepladema para discussão e avaliação das equipes envolvidas. O Plano de Saneamento Básico ainda contempla os seguintes temas: Tratamento de Esgoto, Abastecimento de Água e Manejo de Resíduos Sólidos. São temas em discussão para o planejamento da cidade para os próximos 30 anos.

“Por isso que a Sepladema está trabalhando integrada ao Daae e Foz do Brasil, que são setores ligados à questão das águas, para que o Plano Municipal de Saneamento Básico possa também estabelecer diretrizes e soluções para esse problema grave que envolve Rio Claro”, explica a secretária Olga Salomão.

Neste pré-relatório a Novaes Engenharia, empresa contratada para a elaboração do PMSB, faz os apontamentos de todos os locais propícios aos alagamentos e enchentes em pequena ou grande dimensão. É o caso do Córrego da Vila Cristina, Córrego Lavapés, Conduta, Servidão, Córrego Olinda, Bacia do Distrito Industrial, Nosso Teto e Córrego Santa Elisa.

Segundo Olga Salomão, todos os pontos elencados nessa primeira amostragem sofreram grandes impactos na chuva torrencial que caiu no domingo (17) em Rio Claro. “O diagnóstico aponta essas áreas, que se concentram justamente nas regiões onde tivemos muitos problemas com a chuva”, observa.

Encerrada a fase do diagnóstico municipal, a próxima etapa passa a ser os apontamentos de solução para os problemas encontrados. A terceira etapa será a definição de metas a curto, médio e longo prazo. O Plano Municipal de SaneamentoBásico deverá ter revisão a cada quatro ou cinco anos. Isso porque a efetivação da proposta terá como suporte principal a estimativa populacional, que se modifica periodicamente.

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